Despachar mala custa dinheiro, tempo na esteira e, de vez em quando, uma bagagem extraviada. Viajar só com a bagagem de mão resolve os três problemas de uma vez. O desafio é caber tudo dentro do limite, que nas companhias nacionais costuma ser de 10 kg, com dimensões definidas por cada empresa. Confira sempre as regras da sua tarifa antes de embarcar.
A regra 5-4-3-2-1
Um ponto de partida fácil para uma semana:
- 5 mudas de roupa íntima e meias (dá para lavar no meio da viagem).
- 4 partes de cima.
- 3 partes de baixo, incluindo a que você estiver vestindo.
- 2 pares de calçado: um no pé, um na mala.
- 1 casaco ou peça de frio, que vai no corpo durante o voo.
Adapte ao destino: praia pede menos camadas; serra pede mais.
Os segredos de quem faz isso sempre
- Viaje com o que é mais pesado no corpo. Tênis, calça jeans e casaco vão vestidos. Isso libera espaço e peso.
- Escolha uma paleta de cores. Se tudo combina com tudo, poucas peças rendem muitas combinações.
- Enrole em vez de dobrar. Ocupa menos espaço e amassa menos.
- Use organizadores. Bolsas de compressão ajudam a encaixar tudo e a achar as coisas rápido.
- Leve cosméticos em miniatura. Em voos nacionais as regras de líquidos costumam ser mais tranquilas que nas internacionais, mas frascos pequenos economizam peso de qualquer forma.
- Deixe espaço para a volta. Se pretende comprar algo, reserve um canto vazio desde a ida.
O item pessoal é seu aliado
Além da mala de mão, as companhias normalmente permitem um item pessoal pequeno, como mochila ou bolsa, que vai embaixo do assento. Coloque ali o que você vai usar durante o voo e o que é frágil ou valioso: documentos, remédios, eletrônicos, carregador.
E se não couber?
Pese a mala em casa com uma balança de bagagem. Se passar do limite, o melhor é decidir em casa o que fica, e não no portão de embarque, onde despachar costuma sair mais caro.
Depois da primeira viagem só com mala de mão, muita gente nunca mais volta a despachar. Sair do avião direto para a rua é um luxo barato.